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<title><![CDATA[Comentarios al libro: XAMANISMO: A PALAVRA QUE CURA]]></title>
<link><![CDATA[https://api.biblioeteca.com/biblioeteca.web/titulo/xamanismo%3A-a-palavra-que-cura]]></link>
<description><![CDATA[Xamanismo: a palavra que cura situa-se no plano da literatura comparada e nas suas articulações pós-modernas com as teorias pós-coloniais. Na perspectiva do confronto e da interpelação, o trabalho de Marcel de Lima serve-se da noção de conflito, no plano metafórico, para configurar o xamã como um guerreiro. ""Ele é a encarnação dos poderes da cura mística para além do alcance da ciência e da medicina, as quais saram, mas não curam ele age de acordo com os mandamentos dos espíritos da natureza ele se dirige ao conhecimento como quem vai à guerra, disposto a derramar seu sangue nos campos de batalha."" O livro anota com precisão três fases distintas da metamorfose ocidentalizante do xamã. Nos dois primeiros séculos da ocidentalização das Américas, ele é tido como figura diabólica. No terceiro século, ganha os contornos de figura exótica, acusado de charlatão. E, finalmente, na modernidade, é acatado como personagem e fermento do discurso etnopoético, que redefine a poesia em termos de ...]]></description>
<lastBuildDate>Wed, 30 Sep 2026 21:30:08 +0000</lastBuildDate>
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