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<title><![CDATA[Comentarios al libro: CONTOS FATAIS. AS FORCAS ESTRANHAS (EM PORTUGUESE DO BRASIL)]]></title>
<link><![CDATA[https://api.biblioeteca.com/biblioeteca.web/titulo/contos-fatais.-as-forcas-estranhas-%28em-portuguese-do-brasil%29]]></link>
<description><![CDATA[As forças estranhas/ Contos fatais, de Leopoldo Lugones, oferece ao leitor brasileiro a oportunidade de entrar em contato com um dos maiores escritores argentinos, que, no Brasil, é seguramente mais conhecido de nome do que propriamente lido. Trata-se de dois livros importantes reunidos em um só volume, e traduzidos, respectivamente, por André de Oliveira Lima e Maria Paula Gurgel Ribeiro, e prefaciados por Miguel Dalmanori. <br> <br> Leopoldo Lugones foi um polígrafo que escreveu poemas, contos, ensaios, panfletos, romance. Um dos nomes centrais do modernismo argentino, em que se destacou principalmente como poeta, esse precursor de Borges foi também um importante contista, cujos textos foram reunidos a primeira vez em 1906 (As forças estranhas) e a segunda em 1924 (Contos fatais). E enquanto o primeiro está mais próximo do que se convencionou chamar de literatura fantástica (da qual Lugones é considerado o iniciador na literatura hispano-americana), o segundo pertence mais claramente à ficção científica. <br> <br> O que têm em comum é, em primeiro lugar, conterem algumas das histórias consideradas hoje entre as mais originais e mais clássicas de seus respectivos gêneros (como "Yzur", em que um pedagogo tenta fazer falar um chimpanzé partindo do princípio de que os macacos são descendentes involuidos dos homens); e em segundo lugar, certa temática lugoninana: "Os contos lugonianos recorrem sobretudo a duas classes de materiais. Por um lado, o interesse cultural por certas descobertas, fenômenos e novas teorias então em voga: os atrevimentos das ciências naturais e das investigações psiquiátricas, a divulgação da teoria evolucionista, as fantasias desorbitadas das 'ciências ocultas', a difusão romanceada que os jornais davam às descobertas arqueológicas no Egito e outros rincões do Oriente. Por outro lado, e como o faziam todos os modernistas, Lugones utilizou mitos gregos, bíblicos ou lendários. Em conjunto, esses tópicos se tramam em uma narrativa que in[...]]]></description>
<lastBuildDate>Thu, 30 Apr 2026 22:33:43 +0000</lastBuildDate>
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