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<title><![CDATA[Comentarios al libro: A MARCA HUMANA (EM PORTUGUESE DO BRASIL)]]></title>
<link><![CDATA[https://api.biblioeteca.com/biblioeteca.web/titulo/a-marca-humana-%28em-portuguese-do-brasil%29]]></link>
<description><![CDATA[<p> Em 1998, uma histeria puritana se apodera dos Estados Unidos, na esteira do escândalo sexual que envolveu o presidente da República e uma estagiária na Casa Branca. No mesmo ano o professor universitário Coleman Silk, setenta anos, vê sua vida profissional e familiar destruída por acusações de racismo e abuso sexual. </p> <p> Coleman Silk, professor de letras clássicas numa universidade da Nova Inglaterra, aos setenta anos se vê obrigado a pedir exoneração e a se afastar do meio acadêmico. O motivo é uma acusação de racismo. Coleman empregou uma palavra de duplo sentido ao se referir a alunos que não compareciam às aulas. Ignorava serem negros, pois nunca os tinha visto, e portanto não atinou que suas palavras poderiam ser tomadas como ofensa. Virá em seguida uma acusação de abuso sexual, contra uma faxineira de 35 anos que trabalha no campus. A ideologia do politicamente correto tomou o poder na universidade e disparou sua artilharia contra o velho professor judeu, que agora, como no passado, se recusa a sujeitar-se aos padrões dominantes. Execrado publicamente, Coleman trava contra a faculdade uma batalha humilhante. O ambiente carregado de ódio recrudesce quando o ex-marido da faxineira, um veterano da Guerra do Vietnã mentalmente perturbado, cruza seu caminho. O ciúme se mistura ao rancor, por ser Coleman intelectual, velho e judeu. Perdido na névoa de um delírio homicida, o veterano encarna os piores pesadelos americanos, com os quais Coleman terá de ajustar contas. Mas o mesmo professor que antes revolucionara a faculdade e se fizera admirar pela audácia guardou um segredo por cinco décadas. Nem a esposa nem os filhos conheceram sua verdadeira origem racial, pois aos vinte anos, ao entrar na marinha, Coleman Silk descobriu que ela não era evidente e que podia manobrá-la. A marca humana, entretanto, não se apaga. Não há destino, individual ou coletivo, capaz de pôr-se a salvo dos seus vestígios. Ao lado de <i> Pastoral americana </i> e <i> Casei com [...]]]></description>
<lastBuildDate>Sat, 06 Jun 2026 08:31:35 +0000</lastBuildDate>
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